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Mindfulness na terapia cognitiva: benefícios na redução da dor crônica - uma revisão sistemática

Rebecca Gomes Caldas, Arion Leone Sousa Martins, Rafael Rodrigues Polakiewicz, Luiz Felipe de Faria Gardingo, Jaquelina Alves Nunes Faria, Michel Barros Faria

STUDIES IN HEALTH SCIENCES August 4, 2025 DOI: 10.54022/shsv6n3-025 (opens in new tab) via OpenAlex

Summary

AI-generated from the abstract

A systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials examined the effects of mindfulness-based interventions on chronic pain, comparing them to cognitive-behavioral therapy (CBT) and pharmacotherapy. Mindfulness did not show statistical superiority over CBT (RR = 1.09; p = 0.19), but was significantly more effective than pharmacotherapy (RR = 1.76; p = 0.001). The findings suggest mindfulness may contribute to better emotional regulation, fewer adverse effects, and greater patient engagement. Methodological limitations—small samples, heterogeneity, and lack of standardized outcomes—warrant caution. Mindfulness is a promising alternative for chronic pain management, especially compared to medication, and proper professional training is important for clinical application.

Study at a glance

Characteristics Systematic review with meta-analysis Peer reviewed
Population Adults with chronic pain
Topics Meditation
Keywords Psychology Psychotherapist
Key finding Mindfulness-based interventions were not statistically superior to cognitive-behavioral therapy but were significantly more effective than pharmacotherapy for chronic pain.

Abstract

Este artigo apresenta uma revisão sistemática que analisa os efeitos das intervenções baseadas em mindfulness no tratamento da dor crônica, comparando sua eficácia à terapia cognitivo-comportamental (TCC) e à farmacoterapia. A dor crônica é uma condição de alta prevalência e impacto funcional, frequentemente associada a sofrimento emocional e baixa qualidade de vida. Tradicionalmente tratada com medicamentos e abordagens psicossociais, como a TCC, essa condição tem despertado interesse por intervenções complementares, como o mindfulness. Utilizando o protocolo PRISMA 2020, a revisão incluiu ensaios clínicos randomizados e controlados com adultos. A meta-análise revelou que o mindfulness não apresentou superioridade estatística em relação à TCC (RR = 1,09; p = 0,19), mas foi significativamente mais eficaz do que a farmacoterapia (RR = 1,76; p = 0,001). Esses resultados sugerem que o mindfulness pode contribuir para uma melhor regulação emocional, menor ocorrência de efeitos adversos e maior envolvimento do paciente no tratamento. No entanto, limitações metodológicas, como amostras reduzidas, heterogeneidade dos estudos e falta de padronização dos desfechos, exigem cautela na interpretação dos dados. Conclui-se que o mindfulness é uma alternativa promissora no manejo da dor crônica, sobretudo em comparação ao uso de fármacos, destacando-se a importância da formação adequada dos profissionais para sua aplicação clínica.

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