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Princípios: Revista de Filosofia

ISSN 0104-8694, 1983-2109

4 papers in the library · publishing 2018-2025

Papers

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An Enactivist Critique of the Non-Conceptualist Argument for the Richness of Perception and Its Model of Perceptual Content

Princípios: Revista de Filosofia December 9, 2025 Vinícius Francisco Apolinário

In this article, we will critically analyze the non-conceptualist argument for the richness of perception from the sensorimotor enactivist tradition. According to non-conceptualists, the content of perception is far richer and more detailed than the content of our beliefs. The non-conceptualist model of perceptual content assumes that we possess an internal, detailed representation of the...

Que é isto - a Filopsicodelia?

Princípios: Revista de Filosofia September 26, 2023 Jan Clefferson Costa de Freitas

Os principais objetivos do presente artigo são: a) rememorar os precedentes e explicar os desdobramentos do conceito de psicodelia através da história da filosofia; b) apresentar as evidências que definem como psicodélico não apenas o efeito de substâncias transformadoras da mente, mas também um conjunto integrado de práticas místicas, um espectro amplo de estados conscienciais e um movimento...

Review to Daniel Hutto and Erik Myin’s Evolving Enactivism: Basic Minds Meet Content. MIT Press, 2017.

Princípios: Revista de Filosofia September 30, 2019 Marcos Silva, Carlos Brito, Francicleber Ferreira

In this review, Hutto and Myin’s new book “Evolving Enactivism: Basic Minds Meet Content” (2017) is critically presented. Although they do not provide a detailed cognitive science theory based on their Radical Enactive approach, one may say that Hutto and Myin originally address the perennial philosophical issue about our nature as human beings giving an impossible-to-neglect enactivist...

Enativismo radical: exposição, desafios e perspectivas [Radical enactivism: exposition, challenges and prospects]

Princípios: Revista de Filosofia January 29, 2018 Giovanni Rolla

Primeiro, o enativismo é apresentado como a ideia de que a ação é constitutiva da cognição e é situado historicamente a partir da psicologia ecológica de Gibson. O enativismo radical (segundo o qual nem toda cognição é representacional) é então diferenciado de enativismo moderado (segundo o qual a cognição envolve representações orientadas-pela-ação). É feita uma defesa do enativismo radical...